07 de Abril de 2007

Desliza um coração. Vivo. Cheio.
Rasga essa noite, que morre de sonhos enrugados.
Então ergue-se uma cruz, sangrando fria na torre.
E surge o poeta, sem palavras, apenas gritos.

A noite traz a sombra, junta misticismo ao real.
A noite cria o caminho do corpo à alma.
A noite grita em silêncio com relexão precisa.
A noite abala o poeta que ama e tortura.

Na noite um coração pode tremer,
pendurado pelos seus sentimentos sombrios.
Na noite um monstro pode agira-se,
caçando memórias até saciado.
Na noite uma cruz pode morrer,
derrumbando uma torre em sangue.
Na noite uma mão pode martelar
pregos vivos nos teus sonhos.
publicado por Arms às 02:40
na noite perdemo-nos de quem somos
o nosso olhar erra no escuro
incapazes de saltar o muro
que nos separa de nós
somos outros que nos calam

na noite
reencontramos nosso olhar
encontramo-nos nas traseiras
naquele quarto sem luz
em que despimos os outros
que não somos
e os ignoramos contra a parede

na noite o nosso olhar
encontrará de novo o mar
reluctant a 11 de Abril de 2007 às 02:11
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