29 de Abril de 2008

Digamos que hoje foi um dia bonito!

Começou por eu ter perdido o metro quando já estava em cima da hora. Bonito!

Depois tive o azar de ter levado com caca de pássaro na camisa antes de uma entrevista. Bo-ni-to!

Acabou comigo a bater o pé numa pedra solta e ter magoado o dedo do pé! Bo-ni-taiaiaiai!!
publicado por Arms às 23:47

Há dias em que os dias nos sabem a 'depois de amanhã'. Outros
sabem-nos a 'antes de ontem'. Mas hoje o meu dia soube-me
completamente a 'ano passado'. Há lembranças enterradas que
foram remexidas por um simples telefonema 'por engano'.
Curioso em como um simples 'engano' (des)propositado nos
agarra e arrasta até ao ano passado e nos faz pensar...

Já houve pessoas por quem me afeiçoei e, passados os tais anos,
me cruzei com elas e pensei: 'Onde andava eu com a cabeça?'
Mas este telefonema apenas me fez pensar: 'Mas eu andava sob
o efeito de drogas, ou quê?'

Há dias em que simplesmente desejamos que passem para a
manhã seguinte.
publicado por Arms às 04:03

É estranho quando as coisas que pensávamos nunca conseguir ultrapassar nos pareça tão distantes quando nos relembramos delas. Passaram (quê?) dois anos? Talvez menos... Talvez até muito menos que isso. Mas parece tão longe, tão inatingível. E, no entanto, reside ainda aquela cicatriz na memória. Aquele sentimento de um sentimento tão gasto, tão lá longe. É realmente estranho quando penso que pensava nunca ultrapassar a dor... tão distantemente próximo.

- Olá! Hey... hey! O que fazes aí sozinho?
- Estou à espera.
- À espera? De quê?
- Não faço a mínima ideia... De algo, de tudo... ou talvez de nada. Estou simplesmente à espera.
- E aí?
- Sim. Porquê? Faço mal?
- Não. Quer dizer. Não seria melhor fazer algo para te entreteres enquanto esperas por esse algo, tudo ou nada?
- Sim, talvez. Mas o quê se não tenho planos nem nada?
- Ora... Não te parece óbvio? Se estás à espera de um algo, tudo ou nada que ainda está para vir, é um bocado perda de tempo ficar sentado de braços cruzados, não achas?
- Sim, suponho que sim.
- Então, e porque não te levantas e fazes algo enquanto esperas?
- Simples. Não tenho nada para fazer. E, se tivesse, não saberia como fazê-lo. Além disso, tenho medo de não encontrar aquilo que procuro por estar distraído com outra coisa.
- Mas há sempre algo que podes fazer...
- Há?
- Bom, vê-se mesmo que não pensaste muito no assunto. Claro que há... um infinidade de coisas que podes fazer. Mas também dizes que tens medo de não descobrir o que procuras. No entanto, há uma coisa que podes fazer sem correres o risco de te distraíres e que até te pode ajudar a encontrares esse algo, tudo ou nada que procuras.
- A sério? E então, o que é?
- Ora, viver!
publicado por Arms às 01:41
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É como me tenho sentido ultimamente... como se tivesse numa paragem de autocarro e que o meu nunca mais chega. Vejo amigos, conhecidos e estranhos a subirem para os autocarros que vão chegando e o meu tarda. As pessoas chegam e, quando as vou conhecendo, partem no seu autocarro. E eu fico sentado na paragem, esperando o meu.

Há preocupação, indignação, tristeza, falta de esperança e sentido de abandono. Mas, curiosamente, sei que o meu autocarro vem. Apenas não sei quando.

A vida tem destas analogias.
publicado por Arms às 01:22
27 de Abril de 2008

Estou farto de saber que não deveria de me comparar a outras pessoas. Que a vida deles nada tem a haver com a minha e que cada um segue a vida a seu ritmo. Mas, olhando para certos amigos apaixonados e vendo casais por aí, não consigo evitar em ter inveja - uma inveja branca! Não é o querer que eles deixei de ter aquilo que têm. É o eu querer um bocado daquilo para mim. Vejo as trocas, a cumplicidade, a segurança e vejo-me a mim. Vá, ok! Lamechice pura mas, hey, acho que tenho direito. E, raios, esta música não ajuda nada. Às vezes pergunto-me se demorará, porque demora. Yah! Dizem "ah e tal, um dia encontras alguém e serás (ilusoriamente) feliz". Eu sei. Chiça! Até eu já disse este cliché ridículo a tanta gente para os animar. E pior, sabendo exactamente o que eles pensam quando lhes digo isto. Algo como "porquê um dia? Porque é que não posso ter isso hoje, quando mais preciso?". E é precisamente assim que me sinto hoje... A precisar de algo que um dia, sabe-se lá quando, aparecerá. E talvez não exactamente quando mais precisar dele...

Enfim... O amor é como os polícias: Nunca lá está quando queremos. E geralmente chega quando a crise já acabou!

Arre! Que esta música também não ajuda! Mas o que eu fiz com as outras músicas? Que deprimente!

Ele - O que é que te tem feito mais falta?
Eu - O que me tem sido mais negado nestes tempos.
Ele - O quê!? Sexo?
Eu - Não!! Desenhar.
publicado por Arms às 08:58

Supostamente deveria de estar muito contente pelo facto de a minha vida começar a retomar o seu ritmo... e de estar a fazer novos e bons amigos. Mas seria ilusão da minha parte se dissesse que sinto que o resto da minha vida me anda a passar ao lado. Vejo o tempo a ir e os meus planos e sonhos irem todos para a pilhas de "projectos inacabados" - que já começa a ser grande. E, de resto, as queixas acabam por ser sempre as mesmas... Solidão, azar e sentimento de não-realização. Dizem que ando a dar demasiado valor ao amor. Pessoas que namoram dizem-me isto. É fácil dizer isso de uma posição dessas. Namoram há mais de um ano. Óptimo. Ainda não perceberam que isso é tudo o que quero. Alguém numa relação estável. Não peço alguém perfeito, alguém inatingível. Só peço alguém que me ame, que esteja lá, que me acompanhe na vida. Ou será que até isso já é pedir muito? Ou será que não tenho direito?

Assombra-me a imagem da minha eterna solidão.
publicado por Arms às 00:47

Por mais que tente iludir-me e distrair-me em relação ao facto de sentir uma presença ausente na minha vida, quando chego a causa essa ausência torna-se ainda mais que presente.
publicado por Arms às 00:40
25 de Abril de 2008



Isto é uma espécie de post!


Ahhh!! A loucura dos pensamentos absurdos de uma madrugada de insónia!
publicado por Arms às 02:21
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