29 de Janeiro de 2009

Há coisas na sociedade que me escapa. Não por eu ser burro porque, felizmente, tenho um cérebro e sei usá-lo. Mas por achar certas coisas desnecessárias ou mesmo ridículas. A mais recente deve-se à expressão usada pelos meus clientes quando me pedem um serviço (que, aliás, faz parte das minhas funções). O "Pode ser?".

Não sei se algum de vocês já reparou mas, quem faz atendimento ao público, certamente já deve ter ouvido algo como: "Eu queria [objecto/serviço]. Pode ser?"

Não sei se é só de mim mas acho completamente despropositado. Se estou ali, na condição de funcionário da empresa (ou técnico, como agora se usa por causa dos novos termos politicamente correctos que basicamente não mudam nada à excepção de usar um termo xpto para designar exactamente a mesma coisa) e aquele objecto/serviço faz parte do leque de objectos/serviços que a empresa tem disponível, então porquê a pergunta? Claro que não pode ser. Tem que ser. Vou fazer o quê? Negar o serviço? Negar continuar com o atendimento? Claro que não.

Ou será que a senhora (sim, porque só as senhoras é que me fazem esta pergunta) pensa que me está a incomodar? Estou lá como profissional. Atendimento ao público faz parte das minhas funções.
Se calhar pensa que não pode ser porque eu não sei realizar o serviço. Mas, deduzo que a senhora teria alguma inteligência para perceber que, se estou lá (e fui, consequentemente, contratado) é porque sei fazer as coisas.

Sinceramente...

E, quando me vêm com a pergunta típica do "Queria uma cópia a cores. Pode ser?" a única vontade que tenho a fazer é responder "Claro que não!"

Ou então sou eu que sou demasiado picuinhas...
publicado por Arms às 22:46
26 de Janeiro de 2009

Terminado hoje mesmo. Ainda estou a decidir se pinto ou se deixo assim...

Clica-se sobre o desenho para ver melhor (leia-se, inteiro). ;)
publicado por Arms às 01:17
25 de Janeiro de 2009

Sabem o que é uma visão do Inferno? Centros Comerciais num Domingo à tarde.

Está sempre apinhado de gente que não sabem para onde querem ir e comportam-se com as formigas se comportam quando lhes atiras areia em cima. E, por mais que queiras desviar, há sempre uma velhota gorda que se mete estrategicamente à tua frente, forçando-te a pedir liçensa para passar. E, seja em que tom de voz usares, ela vai dizer sempre que estás a ser mal-educado, porque respeita-se os mais velhos e blábláblá... Respeito os mais velhos (que não sejam familiares) quando me respeitarem. Não sou obrigado a respeitar quem não conheço. Não assinei nenhum contracto a expecificar esse ponto.
Depois as filas de espera são sempre enormes e sempre com alguém armado em artista que tenta furar a linha. Ou então, alguém que conhece alguém na fila - mesmo que não se falem há imenso tempo e que nem se lembram do nome um do outro e iniciam a conversa com o "Há quanto tempo..." - e tenta aproveitar para furar assim. Porque, sabe-se lá porquê, o idiota que está à tua frente e atrás dessa situação, nunca diz nada. E só te apetece dizer ao fulano para se enfiar no fim da fila e expulsar o idiota da frente por não ter dito nada.

Enfim...
publicado por Arms às 17:00










Se ainda não ouviste falar da marca de roupa interior masculina AussieBum, provavelmente consegues ser mais despistado que eu! A verdade é que eu, nestes últimos tempos, tenho ouvido falar tanto desta marca que até eu (que nem ligo muito a marcas) fiquei curioso em experimentar.

Nunca fui pessoa de aderir a modas mas parece que sou capaz de abrir uma excepção. Dizem, quem já os experimentou, que são bastante confortáveis.

Estive a espreitar o site. E, bolas! Não é que têm lá coisas giras?

Falo dos boxers, claro!
publicado por Arms às 02:01
22 de Janeiro de 2009

Como sabem (ou imaginam), o Reflection faz 3 anos de existência no dia 23 de Fevereiro. Este ano quero celebrar o aniversário do blog, convidando quem queira aparecer. Pretendo fazer algo simples, como um jantar de bloguistas. Por isso, estou a pensar fazer um jantar no dis 20 ou 21 de Fevereiro para celebrar esta ocasião. Modifiquei o sistema de comentários para que apareçam apenas após a minha aprovação com o propósito de quem estiver interessado(a) que o diga através dos comentários. E, se assim o desejar, deixar algum tipo de contacto.

Eu gostaria imenso de juntar alguns dos meus leitores para os conehecer. Quer dizer, alguns já os conheço. ^__^

Depois vou escrevendo mais sobre isso.
publicado por Arms às 02:59
21 de Janeiro de 2009

===== Um interlúdio privado =====


publicado por Arms às 01:59

Só para dizer que continuo vivo e de boa saúde... apesar da falta de tempo/imaginação/novidades/paciência para actualizar o meu blog.

A verdade é que tenho imensa coisa a acontecer na minha vida neste momento que não me permite vir cá as vezes que gostaria de vir. Por um lado é bom porque estou ocupado.

Prometo actualizar o meu blog quando as coisas acalmarem um bocado... ou quando tiver um acesso espontâneo de criatividade. O que vier primeiro...
publicado por Arms às 01:53
15 de Janeiro de 2009

Estava aqui deitado, sobre a cama, esmagado pela gravidade da minha preguiça, viajando entre pensamentos de coisas que me tinham acontecido quando aconteceu. Um vulto surgiu por entre lembranças como que de um fantasma. Um pensamento solto que caiu no chão. Como se eu tivesse aberto um livro que não mexia há muito tempo e um bocado de papel rasgado se tivesse soltado. Um papel que em nada tinha a ver com o livro. Um papel velho, amarrotado e amarelo. Um pensamentos desse género: amarrotado, a mostrar a sua antiguidade.
E lembrei-me.
Lembrei-me de que te tinha esquecido. Que já nem me lembro da tua cara, das curvas do teu rosto. Já nem consigo descortinar a cor dos teus olhos mesmo que me esforce.
Que não passas de um vulto que caiu de um livro que nada tinha a ver contigo.
E foi aí, quando tentava recordar aquilo que pensava que significavas para mim que me apercebi. Tudo o que és é um papel amarrotado de algo que foi escrito em tempos e que guardei algures por entre livros e lá ficaste, esquecido. Ou antes, não lembrado.
E sorri porque vi que, mesmo tendo este papel insignificante na mão, não o consigo deitar fora porque este papel ajudou a tornar-me no que sou hoje. Mesmo que fosse pouco ou quase nada. E quase nada já é muito para um papel amarrotado. Sorri porque hoje lembrei-me de que te tinha esquecido. Que nada és que um vulto numa memória de um papel esquecido num livro que nada tem a ver.
Pode ser que me cruze com o resto do papel amarrotado. Pode ser que não.
Pode ser que encontre o livro a que o papel pertence. Pode ser que não. Já não é importante.
O que importa é que o papel, tu, já não me afectas como eu pensava que me afectavas até hoje. O que importa é que o papel estava ali esquecido algures por entre as folhas deste livro e que as palavras que lá estão escritas - com aquela tua letra de menina - são nada para além de riscos a caneta que significavam algo há algum tempo e que nada são para além de lembranças de algo que existiu e que deixou de ser.
Palavras sentidas que deixaram de o ser para serem simplesmente palavras.
publicado por Arms às 03:29
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Se eu, no ano passado, já conseguia usar a expressão "vejo a luz no fundo do túnel" e acreditar nela. Este ano já consigo dizer "vejo o fundo do túnel" e acreditar nisso. A verdade é que as coisas têm-se melhorado exponencialmente que, às vezes até tenho medo que venha daí bomba.

Deixei finalmente de me preocupar tanto (ou com tanto afinco) com o meu futuro e passei a viver mais o dia-a-dia. Apesar de poder parecer uma atitude irresponsável, a atitude mais despreocupada tem vindo a dar frutos muito bons. E ter conhecido uma pessoa ajuda a manter a estabilidade emocional necessária para recomeçar a lutar pelos meus objectivos.

Tenho andado a enviar mais e mais desenhos para tudo o que me surge a nível nacional e internacional. Recomecei a explorar os programas de edição de imagem para ver se os meus desenhos ganham mais vida e tenho andado a estudar anatomia para ver se melhoro a qualidade.

Para além disso, soube hoje que consegui alugar a casa que queria onde vou morar com a pessoa que me tem colocado sorrisos patéticos na cara ao longo do dia. Acho que vai ser uma experiência muito boa e bem-vinda.

As coisas não estão perfeitas mas, pela primeira vez em quase uma década, posso dizer que estou finalmente a realizar algo que se aproxima dos meus planos.

Pode-se dizer que 2009 começou em grande. Espero que tudo corra pelo melhor. Só sei que ando confiante e ocupado e os dias começam e terminam com um sorriso estampado na cara. E é só isso que eu queria...
publicado por Arms às 00:38
12 de Janeiro de 2009

a) Para os que não têm crianças, isto é hilariante.
b) Para os que já têm crianças que já passaram desta idade, isto é hilariante.
c) Para os que têm crianças desta idade, isto não tem piada.
d) Para os que têm crianças quase desta idade, isto é um aviso.
e) Para os que não têm crianças isto pode servir de controlo de natalidade.

O que se segue são conclusões de uma mãe anónima do Texas... (Traduzido, obviamente)

Coisas que aprendi com os meus filhos (rapazes):

1- Um colchão de água king-size consegue conter água suficiente para encher uma divisão com 186 metros quadrados de água com a profundidade de 10 centímetros.

2- Se borrifares laca de cabelo sobre bolas de cotão e passares por cima delas com patins, eles incendeiam-se.

3- A voz de um rapaz de 3 anos é mais alta que um restaurante cheio de 200 adultos.

4- Se prenderes uma trela de cão numa ventoinha de tecto, ela não tem força suficiente para rodopiar um rapaz com 20 quilos, vestindo cuecas do Batman e uma capa do Super-homem. No entanto, tem força suficiente para rodopiar uma lata de tinta toda furada numa sala, pintando as quatro paredes.

5- Não deves atirar bolas de basebol para cima quando uma ventoinha de tecto estiver ligada. Quando usas a ventoinha como taco de basebol, deves atirar a bola várias vezes para acertares. Uma ventoinha de tecto consegue atirar um taco de basebol para muito longe e na forma de lascas.

6- O vidro das janelas (mesmo que sejam reforçadas ou duplas) não param uma bola que tenha sido atirada de uma ventoinha de tecto.

7- Quando ouves o autoclismo da sanita e as palavras "oh-oh", já estás "tarde demais".

8- Líquido para os travões e lixívia fazem fumo... e muito fumo mesmo!

9- Um rapaz de seis anos consegue fazer fogo batendo duas rochas. Isto apesar de um homem de 36 anos afirmar que isso só é possível nos filmes. Em nota adicional, conclui-se que o fogo não foi descoberto pelo homem-das-cavernas mas antes pelo filho dele.

10- Algumas das peças dos Legos conseguem passar pelo aparelho digestivo de um rapaz de 4 anos.

11- "Plasticina" e "micro-ondas" não devem ser usadas na mesma frase.

12- Super-cola é eterna.

13- Não interessa a quantidade de gelatina que deitas numa piscina... Continuas sem conseguir andar sobre água.

14- Os filtros das piscinas não gostam de gelatina.

15- Leitores de cassetes ou DVD's não ejectam sandes de manteiga de amendoim... apesar dos anúncios de televisão disserem que sim.

16- Sacos-do-lixo não são boas como pára-quedas.

17- Berlindes no depósito de gasolina fazem muito barulho enquanto estás a conduzir o teu carro.

18- Provavelmente NÃO queres saber de onde vem aquele odor.

19- Vê sempre o forno antes de o ligares. Brinquedos de plástico não gostam de fornos.

20- O departamento dos bombeiros de Austin (no Texas) têm uma resposta de 5 minutos.

21- A centrifugação de uma máquina de lavar roupa não faz com que minhocas fiquem zonzas.

22- No entanto, funciona lindamente com gatos.

23- Gatos vomitam até o dobro do seu peso quando estão zonzos.

24- 80% dos homens que lêem isto vão tentar misturar lixívia com o fluído dos travões.

25- 80% dos homens irão dizer que conseguem fazer fogo batendo duas rochas. Ou dizem, "se um puto de 6 anos consegue, eu consigo!" E vão tentar.

26- 80% das mulheres que não têm filhos riem e passam isto às suas amigas - quer tenham filhos ou não.

27- 80% das mulheres que têm filhos, reviram os olhos e passam isto às suas amigas - quer tenham filhos ou não.
publicado por Arms às 20:40
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