09 de Setembro de 2009

 

Eu tinha 13 anos na altura. Vi-o quase que às escondidas dos meus pais. Na altura a minha melhor amiga ainda não sabia de nada sobre mim. Fiquei pregado à televisão (e aos lenços) o tempo todo. Sempre foi o único filme que conseguiu colocar uma lágrima no canto do meu olho. Continua a sê-lo. Para mim este filme foi um dos mais marcantes em toda a minha vida, até porque ajudou a interiorizar este aspecto da minha vida na minha pessoa e fez-me aperceber (e pensar) melhor na vida. Tudo bem que a temática não era das mais felizes para catalizar um crescimento interno, mas ajudou. Depois de rever este filme, uns anos mais tarde, a minha melhor amiga soube - e continua a dar os seus passos na vida ao lado dos meus - já durante 15 anos. 

 

Para mim, este continua a ser um dos melhores papéis de Tom Hanks e uma das melhores interpretações do cinema. Incluindo umas das transformações melhor concebidas e credíveis. A expressão de Tom Hanks ao 1:26m continua a sensibilizar-me. Um filme que todos deviam de ter... e ver de vez em quando. A música continua a ser uma relíquia.

 

E foi revisto recentemente... com a mesma lágrima de sempre! E um toque de nostalgia.

publicado por Arms às 02:27
29 de Maio de 2009

As coisas que se encontram no YouTube. LOOOOOOOOL!


publicado por Arms às 12:24
19 de Novembro de 2008


Independentemente de se gostar ou não de Saramago, penso que o filme está muito bom. Apesar de já ter ouvido falar que não é tão fiel quanto isso.

Eu adorei a história... mas o que me fez deixar cair o queixo foi a banda sonora. Muito bonito.

Recomenda-se.
publicado por Arms às 00:34
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31 de Outubro de 2008

Our integrity sells for so little, but it is all we really have. It is the very last inch of us. But within that inch we are free. (...) An inch. It is small and it is fragile and it is the only thing in the world worth having. We must never lose it or give it away. We must NEVER let them take it from us.

Valerie, V for Vendetta
publicado por Arms às 01:32
01 de Setembro de 2008

O Diabo tem andado a brincar com as nossas mentes durante séculos. Independentemente do que lhe chamares - O Príncipe da Escuridão, Lúcifer, Belzebu, Mefistófeles - o diabo está profundamente incutido na nossa psique desde a nossa infância. Concepções modernas afirmam que o conceito de Diabo simboliza a própria natureza humana mais obscura e imoral. A sua imagem aparece em quase todas as culturas e sociedades da terra.

A sua representação no cinema aparece em todos os géneros e é representado de imensas formas. E, mesmo assim, ele ainda tem o seu charme. Abaixo, a lista de 10 representações do diabo no ecrã.

10
Elizabeth Hurley
Bedazzled (Endiabrado)

Filme idiota, diabo MARAVILHOSO! Uma pessoa tem que adorar diabos femininos. Então a Elizabeth, com o seu sotaque britânico, dá o toque que faltava neste filme. Ela oferece à personagem do Brendan Fraser desejos para que ele consiga a mulher dos seus sonhos. Mas este é Satanás com quem estamos a lidar, ela armadilha-o e engana-o o tempo todo. Aliás, tal como se espera do Príncipe, ou Princesa das Mentiras.


9
Jack Nicholson
The Witches of Eastwick (As Bruxas de Eastwick)


Seja em que filme o Jack entrar, há garantias de expressões únicas e um desempenho memorável. Este diabo é a personificação dos sete pecados mortais. Principalmente a luxúria.

8
Dan Castellaneta
Futurama

Dan Castellaneta deu voz ao horrível Diabo-Robot em Futurama. O Diabo-Robot vive no Robot-Inferno que ficava debaixo de um parque de diversões. A sua função era atormentar os robots que cometeram vários pecados.

7
Trey Parker
South Park


Trey Parker dá voz a um dos diabos mais mal compreendidos na cultura popular. Apesar de presidir sobre o Inferno e estar em guerra constante com Deus, ele não é representado como cruel ou sem coração. Em South Park ele é, curiosamente, representado como sendo um coração-mole, incompreendido anti-herói, capaz de actos de compaixão e ligações genuínas de emoção.


6
Viggo Mortensen
The Prophecy (Anjos Rebeldes)


Arrepiante! Antes de ele andar enrolado com a Liv Tyler, n' O Senhor dos Anéis, Viggo desempenhou um excelente Lúcifer n' A Profecia. O Satanás de Mortensen é selvagem e simplesmente cruel. Toma esta citação como exemplo (traduzido, obviamente): "Humanos - e como adoro estes macacos falantes por isto - sabem mais sobre a guerra e traição do espírito que qualquer anjo." Vale a pena ver.
5
Tim Curry
Legend (Lenda)


Quase todas as crianças dos 80 lembram-se de terem sido encantados e arrepiados por este diabo. Visualmente deslumbrante este Lorde da Escuridão roubava as atenções todas em todas as cenas em que aparecia. A presença de Tim e a sua voz fizeram um diabo inesquecível.
4
Peter Stormare
Constantine



O diabo deste actor sueco é perfeito. Vestido de branco mas virtualmente a pingar de maldade. Tão furioso que Constantine estará prestes a escapar por entre os seus dedos, retira o cancro dos pulmões de Constantine - forçando-o a reviver - para evitar que ele seja levado para o Céu. Realmente um Satanás de recordar.


3
Al Pacino
The Devil’s Advocate (O Advogado do Diabo)


Este Satanás não é o demónio habitual. Ele era rico, calmo, suave e ganancioso com um charmo luxuriante que só Al Pacino soube demonstrar. Perfeito.
2
Harvey Stephens
The Omen (A Profecia)


Não há sobra de dúvida que a interpretação do jovem Harvey, como o Diabo em criança, é um dos mais arrepiantes. E não era preciso muito - bastava ver como as coisas se tornavam num inferno à sua volta. A cena mais perturbante do filme é quando uma freira se enforca dizendo "faço isto por ti Damien!" As seguintes partes desta mini-série eram bons mas faltavam a atmosfera arrepiante do original.
1
Rosalinda Celentano
The Passion of the Christ (A Paixão de Cristo)


Quer se ame ou odeie este filme, há que admitir que o Satanás andrógino de Rosalinda está entre um dos mais arrepiantes. Ela goza e tormenta Jesus como uma cobra. Adorei a sua representação porque nunca havia visto algo semelhante antes. Em vez de ser representado como o anti-Cristo, este diabo é representado como a perversão da Família Sagrada - imitando Maria e carregando uma criança-demónio como se estivesse a gozar com Jesus enquanto bebé. Realmente perturbante.
publicado por Arms às 00:58
03 de Junho de 2008



Deixou saudades... O filme. A história. A música. Acima de tudo a música. Triste mas lindo.
publicado por Arms às 02:43
20 de Fevereiro de 2008

P.S: I love you!
Recomenda-se.
Ligeiro.
Divertido.
Mas, para mim, deu vontade de me apaixonar por duendes!!
publicado por Arms às 21:40
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29 de Novembro de 2007

Ricky Fitts: It was one of those days when it's a minute away from snowing and there's this electricity in the air, you can almost hear it. And this bag was, like, dancing with me. Like a little kid begging me to play with it. For fifteen minutes. And that's the day I knew there was this entire life behind things, and... this incredibly benevolent force, that wanted me to know there was no reason to be afraid, ever. Video's a poor excuse, I know. But it helps me remember... and I need to remember... Sometimes there's so much beauty in the world I feel like I can't take it, like my heart's going to cave in.
- in American Beauty (1999).
publicado por Arms às 11:00
31 de Outubro de 2007



Uma das minhas cenas preferidas no filme Eternal Sunshine of the Spotless Mind (O Despertar da Mente). O clímax do filme. Por esta altura já tinha chorado duas ou três vezes!



E aqui algumas cenas com a música que mais gostei do filme.
publicado por Arms às 20:52
17 de Setembro de 2007

de Michel Gondry.



Joel Barish (Jim Carrey) é um homem tímido e inibido cuja vida não tem um pingo de interesse; Clementine Kruczynski (Kate Winslet) é uma mulher extrovertida e impulsiva que tem como lema o carpe diem. Os dois conhecem-se e apesar da clara discrepância de feitios a paixão nasce entre eles; tudo corre bem até ao dia em que se dá ruptura e é então que Clementine, num acesso de raiva e descontrolo emocional, decide apagar da sua memória Joel recorrendo à ajuda do doutor Howard Mierzwiak (Tom Wilkinson) da empresa Lacuna. Quando toma conhecimento deste facto, um destroçado Joel resolve em jeito de “vingança” fazer o mesmo que Clementine, na esperança de arranjar solução para o problema. No entanto Joel arrepende-se a meio do processo wipe out ao aperceber-se de que os únicos e verdadeiros instantes de felicidade foram passados ao lado da sua cara-metade, iniciando assim uma luta non stop contra o tempo e as suas recordações.

Umas vezes mágico, outras vezes estranho, Eternal Sunshine of the Spotless Mind pontua nos diálogos entre Joel e Clementine (as interrogações que existem acerca da função que a memória assume no desenrolar da nossa vida e a ligação que estabelecemos com o mundo exterior, a possibilidade de podermos repetir uma experiência e vivê-la de forma diferente e o relacionamento amoroso entre duas pessoas com personalidades completamente antagónicas são a chave de grande parte do sucesso que o filme alcançou).
- in Movies Universe.

publicado por Arms às 01:27
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