21 de Abril de 2011

Ele - Se pudesses ser um animal mitológico, que animal serias?

O outro - Um heterossexual.

publicado por Arms às 12:43
21 de Dezembro de 2010

Ela - O que achaste dele?

Ele - Achei-o arrogante, com mania de que é engraçadinho. Achei de mau gosto estar sempre a olhar para ti. Não tem conversa. Não me parece que seja muito inteligente. E tem a mania que sabe tudo...

Ela - Ele é o meu namorado.

Ele - Achei-o simpático!

publicado por Arms às 10:22

Ela - Tens namorada?

Ele - Não.

Ela - Boa! Conheço uma rapariga que era ideal para ti... Posso marcar um café com ela.

Ele - Desculpa, mas já sou comprometido!

Ela - Mas acabaste de dizer que não tens namorada!

Ele - Certo.

Ela - Mas como é que isso é possív... ah! - Pausa - Ahhh!!

publicado por Arms às 10:19
23 de Agosto de 2010

Ele - Arms. Falar contigo nunca é uma conversa, é uma experiência cinematográfica.

Eu - Hã?

Ele - Sim. Porque, quando falas, gesticulas muito, fazes caretas e fazes os efeitos sonoros das coisas. É uma experiência cinematográfica.

Eu - É. Vou vender os meus direitos para Hollywood! Quer dizer, no meu caso, para Bollywood!

publicado por Arms às 22:53
17 de Agosto de 2010

Ele - Se queres marcar a diferença no mundo tens que ser activista.

 

Eu - Eu não quero fazer a diferença no mundo. Quero fazer a diferença na minha vida. Sou um activista de mim próprio.

publicado por Arms às 10:08
16 de Janeiro de 2010

Eu - Qual é o som de monstro mais facilmente reconhecível do cinema?

Ele - Só pode ser do lobisomem.

Eu - Não. Chewbaca!

publicado por Arms às 21:41

Eu - Imagina alguém com o sobrenome Falecido...

Ele - Ui! Diria logo... Mas o Sr.Falecido está com óptima cara. E continua activo. Tem algum mecanismo que o mantem vivo?

Eu - Bom, ele provavelmente responderia: Sim, tenho um mecanismo que me mantem vivo. Chama-se pulmões!

publicado por Arms às 13:10
27 de Novembro de 2009

 Às vezes sabe bem ter uma conversa absolutamente fútil, limitada à superficialidade do que o nosso mercado tem para oferecer. Claro está que eu refiro-me a estar com um amigo na conversa e andar de olho nas paisagens que passam na rua. E, quando falo de paisagens, falo de pessoas. Mas não é da futilidade da conversa que tive que venho para aqui falar. Até porque não foi a conversa que teve mais interesse, foi a conclusão.

 

Ao passar um rapaz, nitidamente gay (e nitidamente comprometido), o meu amigo vira-se e diz: 

 

- Vês! Não percebo. Aquele rapaz é feio e está comprometido.

Eu, como é mais do que óbvio, nem me tinha apercebido de nada. Despistado como só eu consigo, perguntei-lhe:

- Como é que sabes que está comprometido?

- Não me digas que nem reparaste na aliança... Passou-te mesmo à frente.

Um àparte. Nós estávamos sentados na rua, nuns degraus, de forma que os nossos olhos estavam pela linha da cintura de muita gente. Ora, uma pessoa a andar tem a mão mais ou menos a meio da sua anca, ou seja, exactamente a meio do meu campo de visão. E continua ele:

- Não percebo! Aquele rapaz não deve nada à beleza e, no entanto, tem alguém. E tu, que até que és giro, nunca encontras alguém.

Ao que respondo:

- Sabes como é. Uns nascem com o cu virado para a Lua. Eu, quando nasci, devo ter nascido a fazer um pirete (apontar o dedo médio) à Lua e ter gritado "Fuck you, bitch!"

- Então e eu que já tive alguns namorados e nunca acertei? O que terei dito?

- Provavelmente algo do género de "Fuck you bitch and let the bitches fuck me!"

 

Enfim... Nada como conversas com asneiras e risos e superficialidades para alegrar o dia.

publicado por Arms às 20:44
26 de Outubro de 2009

 - Quer que ponha?

 - Já agora...

...

- Está com dificuldades?

- Uma bocado. Só preciso de alargar um pouco a ponta.

- É?

- Sim, para deslizar melhor.

- Ah, ok.

- Pronto, já consegui pôr.

- Ah. Obrigado!

 

(Ah... As conversas que se tem com clientes enquanto faço encadernações com baguetes. O problema é que é complicado não me sentir um bocado slutty depois.)

 

(Note-se que só agora, horas depois, é que me apercebi que uma baguete não tem ponta. Tem borda. Mas, como dizia a Teresa Guilherme, isso não interessa nada!)

publicado por Arms às 21:12
07 de Outubro de 2009

Doesn't all that bad luck make him depressed?

- Well, no!

- Why not?

- Because he's the gayest man in the world!

 

publicado por Arms às 16:36
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