18 de Março de 2011

Viajei galáxias inteiras. Subi as montanhas mais altas e desci às fossas mais profundas. Percorri os cantos todos do universo. Calquei as impossibilidades da imaginação e vasculhei as profundidades da mente humanas. Incansável. À busca de respostas. À busca de significados. Tanto procurei... mas apenas encontrei mais perguntas. Voltei depois da minha busca apenas para descobrir que as minhas respostas estavam todas dentro de mim. Porque, maior parte das vezes, as coisas estão sempre no último sítio que procuramos e quase sempre logo à vista.

 

(Apenas algo escrito para quebrar com um silêncio que tem perdurado por algum tempo...)

publicado por Arms às 23:57
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20 de Novembro de 2010

Estarei sempre sozinho no frio. Mesmo quando estava contigo sentia que algo de demasiado gélido trepava lentamente dentro de mim e agarrava o meu coração dentro de um punho que crepita de gelo. Uma sensação metálica que corta a minha alma em pedaços que deixo escapar pelos olhos. Uma poesia silenciosa de palavras que deixaste escritas nas paredes deste quarto. Palavras que escorregam como tinta molhada e embatem no chão em silenciosos choques de tambor que ecoam na minha mente. Palavras que me lembram a minha solidão, a minha prisão. Tu nunca me compreendeste nem nunca quiseste compreender.

 

Invisível, como sempre fui para ti.

Sozinho, como quando estive contigo.

Esquecido, como quando dormia ao teu lado.

Mas teu... mais teu agora do que quando tu me tinhas. Porque há sempre algo que me prende aos gélidos metálicos grilhões que são as memórias dos poucos dias de felicidade que tive contigo. Porque, de uma forma estranha e peculiar, eu realmente fui feliz. No meio dessa solidão silenciosa houve sempre algo de sensual, algo de único, diferente que me cativava.

 

Estou sempre sozinho no frio. Neste quarto que se derrete para cima de mim, comprimindo, condensando... como gelo a se formar na superfície de um lago. Congelando tudo o que está à vista. E sinto-me estranhamente renascido rodeado deste silêncio que se estilhaça. Escondido por detrás de memórias diluídas. Deliciando-me nesta chuva de emoções contraditórias de liberdade e clausura. E, mesmo sendo teu, apercebo-me que nunca te pertenci... porque nunca quiseste que eu te pertencesse.

 

E, nestas palavras silenciosas que te dedico, eu solto o meu último respiro. Amanhã renascerei... Poderei continuar frágil. Poderei ser seguro. Poderei ser melhor. Poderei ser pior. Tanto me faz... não me preocupo. Serei. Mas, a única certeza que terei é que jamais, já mais, serei teu sem nunca o ter sido.

 

Acordo.

publicado por Arms às 19:35
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29 de Outubro de 2010

Caindo... Enquanto os oceanos colidem e os sentimentos fluem para dentro de ti, através de ti e para além de ti. Caindo... A partir da Lua e para além do mar, sustens a tua respiração, enquanto a chuva escorre pelo luar. Caindo... O silêncio dos sons e as cores da tua mente... Há muito tempo e de muito longe. Quando ultrapassaste as montanhas mais altas e quando sobrevoaste os mais mais extensos e, para onde te viraste, só havia fúria e ânsia. Subindo até onde nunca ninguém subiu... e caindo até onde nunca ninguém caiu. Os sons da queda e a queda da luz. Caindo... Colidindo com os oceanos e fluindo pelo luar. Cuidado com o afundar enquanto te derretes na noite. Olhando para a Lua, para os céus que sobrevoaste... mas não há nada para além de espaço e vazio onde a tua alma ganhou asas. E sentes-te brilhante. E sentes-te deprimido. As cores do silêncio e os sons da tua mente. Fluindo, caindo, colidindo. Enquanto sustens a tua respiração. E os sons rompem-se e a noite dilui-se na luz. Caíste e, enquanto te derretes com a noite, sabes que uma vez voaste.

 

 

 

 

 

 

 

 

Algo de novo que quis sempre experimentar...

publicado por Arms às 01:06
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18 de Outubro de 2010

São três da manhã. São três da manhã e não consigo dormir. Aliás, durmo mais por exaustão do que por outro motivo qualquer. Sento-me na borda da cama e acendo um cigarro... sempre na promessa de que será o último. Mas parece que as nossas promessas nunca estiveram destinadas a serem cumpridas. Olho em redor, para o quarto cheio de vazio e silêncio. Tudo é tão diferente agora. Perduro aqui numa existência esquecida desde que partiste. Perduro neste esquecimento cada vez mais claustrofóbico. Demoro a adormecer e levo quase uma eternidade para me aperceber da realidade quando acordo. Ainda acordo com o braço no teu lado da cama, como se estivesses lá. Acordo sempre a pensar que te levantaste para tratar do pequeno-almoço. Mas, quando sinto a cama fria, lembro-me de que já cá não estás. E é como se as paredes se desmoronassem sobre mim... o peso da realidade. Luto contra a gravidade para me levantar. Contra a vontade para erguer. Luto porque o que me apetece é voltar a adormecer porque tudo o que desejo é que isto tudo não passe de um pesadelo. Mas acordo sempre para esta realidade. Acordo sempre para estas correntes que me apertam e me prendem a alma. Passo o dia todo a imaginar as palavras e as frases que te poderia ter dito. Frases ridiculamente românticas numa vã tentativa a amenizar a solidão. Promessas... todas elas por cumprir. Mas nenhuma tão importante como a promessa que me fizeste.

 

Disseste sempre que estarias ao meu lado até ao fim... Só não fazia ideia de que o fim chegaria tão antes do tempo.

 

(Algo escrito em modo de improviso e em poucos minutos... pegando outra vez na minha colecção de textos da minha Ode à Solidão. Algo a ser trabalhado...)

publicado por Arms às 02:25
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22 de Setembro de 2010

Está um dia nublado mas uma névoa que é mais nuvem que outra coisa. Um nevoeiro que borra tudo. As formas e as cores. Difusas. Irreconhecíveis. Uma névoa que pinta tudo de cinzento, com uma presença de pinceladas expressionistas, dissolvendo forma, cor e espírito. Não consigo reconhecer o espaço, mas tu estás à minha frente, a palmos de distância. As pessoas passam por nós, anónimas, sem rosto nem forma. Passam por nós como se não nos vissem. Como se estivéssemos encobertos pela própria névoa, mais nossa que de qualquer outra pessoa. Estás tão perto de mim que consigo sentir o teu respirar sobre o meu pescoço. Tão perto que consigo ver a tua tensão muscular. Como se estivesses a conter uma vontade de me abraçar ou beijar. Consigo ver o teu sorriso que quase que me extingue de imediato. Mas, mais que tudo, consigo ver os teus olhos. Tão perto de mim, mas tão inexoravelmente longe. Permaneces imóvel à minha frente que quase que consigo tocar-te. Mas não consigo. Não consigo mexer-me apesar de minha vontade em abraçar-te. Pareces-me distante e próximo de mim. Tento falar contigo mas não consigo dizer uma palavra sequer. Fico a admirar-te. Dás-me um abraço e dizes-me um suave e tímido 'até breve' que me destrói em pedaços.

 

Mas sei que, apesar de perdido no mundo, um dia te encontrarei no meio da névoa que é mais nossa que de todos. No dia que a névoa finalmente se irá dissipar. E acordo sozinho nesta cama solitária... com saudades, mais uma vez, por alguém que ainda não apareceu.

 

Até breve.

publicado por Arms às 01:03
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11 de Julho de 2010

Acordei cedo. Tão cedo que o dia ainda mal se tinha manifestado. Sem motivo, apenas acordei. Sentei-me perto da janela a apreciar as horas pequenas da manhã. Sorrindo. Olhando para ti a dormir. Apenas para me aperceber de que as coisas devem ser assim. Lentas. Como um amanhecer tímido. Que as melhores coisas no mundo é parar e aperceber de que há coisas pelas quais vale a pena parar para olhar.

publicado por Arms às 22:31
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09 de Outubro de 2009

Pergunto-me... Se eu estivesse a andar na rua e tu simplesmente, por acaso, passasses por mim, o quanto de mim verias? Quantas coisas de mim adivinharias? Farias histórias elaboradas na tua mente sobre para onde eu iria ou onde já estive? Especularias sobre se eu teria uma família com quem ter em casa? Uma carreira para seguir? Ou uma especialização por terminar? Ou eu seria meramente mais um daqueles incontáveis rostos que passam por ti e de quem não te recordas? 


Eu penso sobre estas coisas ao ponto de criar as minhas próprias histórias. Os meus olhos a percorrer as multidões, seleccionando pessoas e criando-lhes histórias e motivações. Dando-lhes personalidades e interacções. É a natureza humana, penso... fazer julgamentos com base daquilo que vemos. Não necessariamente julgamentos negativos, mas como um exercício mental. Bom, pelo menos no meu caso. Por isso, se imagino estas coisas acerca dos outros, que imaginarão eles de mim? Talvez algo mais interessante que a realidade. Talvez não.


Talvez imaginas-me como um rapaz banal, no início dos seus vinte. Ainda inexperiente na vida, terminando um curso ou tirando já uma especialização. Talvez imaginas-me morando com os meus pais ainda, saudável e confiante. Por aquilo que sinto hoje. Provavelmente imaginas que tenho como passatempo a escrita, já que me vês a escrever, com um desejo secreto de me tornar num escritor. Ou poeta. Claro que, se imaginas isso, imaginas que sou sensível, expressivo, que articulo bem as palavras e que tenho opiniões e pontos de vista bem vincados. Talvez imaginas-me um solitário. Ou talvez imaginas-me com uma namorada. Ou talvez não. 


Sou um rapaz de uma altura média, a um passo dos trinta, com feições que facilmente se perderiam na multidão. As minhas roupas são, grande parte das vezes, incrivelmente banais - as típicas T-Shirts e calças de ganga que se encontram em quaisquer lojas do país. Nada na minha cara salta à vista. Tenho olhos castanhos e cabelos castanhos, com o corte mais banal que existe. As minhas feições são mais vincadas aqui e mais suaves ali e nada se sobrepõe a nada. Sou magro o que provavelmente será o traço mais imediato do meu corpo. Não tenho muitos traços vincadamente masculinos, tenho curvas mas não são femininos. Nota-se bem que sou um rapaz. Para mim eu estou bem.


Talvez imaginas-me como um rapaz solitário, tímido, calado e reservado, pela forma como geralmente me encolho e ignoro o mundo à minha volta. Ou talvez imaginas-me como uma pessoa concentrada, versátil, ponderado e dedicado pela mesma razão. Talvez imaginas-me como um rapaz arrogante, egocêntrico e narcisista porque continuo a ignorar todos à minha volta e, quando olhei para ti, não respondi ao teu sorriso tímido.


Sou simpático, atencioso e carinhoso. Gosto de pensar que sou. Também sou distraído e despistado. Tenho um baixo nível de interesse mas um alto nível de concentração. Falo muito com as mãos e, à primeira vista, sou visto como sendo "uma eterna criança". Tenho uma curiosidade muitas vezes saudável e pontos de vista bastante incomuns. Mas sou rabugento e não tenho muita paciência (apesar de demonstrar muitas vezes precisamente o contrário). Falo sem preconceitos de todos os temas, incluindo os temas que me são mais pessoais. Não tenho tendência para me chatear muito. Sei ouvir e sei dar conforto. Mas, quando as coisas não me interessam muito, faço ouvidos moucos e não dou importância ao que me contam. Não tenho paciência para sentimentos de posse em relação a outras pessoas (excepto às que me são muito próximas) e não tenho tendência para ciúmes. Mas tenho os meus dias. Tenho vertigens e sofro de claustrofobia a partir de um certo nível. Tenho pavores à morte e não gosto de lamechices. Não sou bom a confortar pessoas que estão constantemente a lamentar a sua vida, apesar de eu lamentar imenso a minha. Coisa que até acho bastante irónico em mim.


Por alguma razão, eu seria colocado imediatamente no grupo dos rapazes certinhos aos olhos do mundo, isto apesar de eu acreditar que se deve tratar as pessoas como elas nos tratam e, se alguém me pisa, eu piso de volta. Sem sentimentalismos ou arrependimentos. 


Talvez imaginas que a minha vida tem sido fácil e que os meus pais são dedicados e atenciosos. Que me ajudam no curso que imaginas que estou a tirar e que nunca tive grandes sustos na vida. Provavelmente até achas que sou um betinho qualquer pela forma como estou vestido e penteado e que devo ter um carro e tudo e mais alguma coisa.


O que tenho - que não é muito, confesso - foi fruto de muita luta e esforço. Os meus pais são divorciados, o meu pai não fala comigo, nem sequer quer saber se estou vivo. Mas isso já não me incomoda. A minha mãe apoia-me incondicionalmente apesar de ter imensos receios e hesitações quando fala comigo. Já estive sem casa. Já estive sem emprego. Não tenho curso completo e já passei fome. Mas não me considero azarado nem pessimista. Tenho orgulho em ser quem sou, sem exageros. Um orgulho suficiente para erguer o queixo e seguir em frente. Tenho sonhos e tenho desejos e, mesmo com todos os obstáculos e rejeições, não gosto de estar parado. Não tenho objectivos de ser rico ou famoso. Procuro simplesmente viver confortavelmente.


Finalmente, e provavelmente aquilo que deve estar a passar mais pela tua cabeça, talvez imaginas que eu tenho uma namorada. Ou que sou solteiro porque não tenho anel. Mas, pelo facto de não ter respondido ao teu sorriso, talvez penses mesmo que tenho uma namorada. 


Não namoro. Não é coisa que esteja nos meus planos imediatos. Quero namorar um dia, tenho esse desejo. Mas a minha companhia, nesta altura da minha vida, basta-me. Mas o que te vai abalar o dia não é o facto de eu ser solteiro mas o facto de eu não estar interessado em ti... ou em quaisquer membro do teu género para todos os efeitos. O que te vai abalar o dia é descobrires que o rapaz que estas a imaginar é simplesmente homossexual. Algo que, para ti, não pode ser porque não tenho tiques nem manias. Sou um rapaz. Banal. Como qualquer outro rapaz no planeta. Apenas com um twist.

 

(Um texto escrito em modo de exercício hoje no café. Já não escrevia algo há imenso tempo e quis desenferrujar as ideias, salvo seja)

publicado por Arms às 01:00
02 de Outubro de 2009

Porque será que são sempre as pequenas coisas que nos lembramos nos momentos estranhos de conversas ou pausas, quando tudo o resto fica desfocado nas extremidades e perdem a sua intensidade? Esqueci-me do cheiro dele, o tom exacto do seu cabelo, as pequenas frases que sempre adorou e que pensava fazer-lhe parecer mais inteligente. A forma como sempre precisava de ter controlo sobre tudo e como nunca estava errado. Até mesmo a forma como sentia perdeu o seu impacto enquanto vou passando pelos canais de televisão nas horas tardias da noite.

 

Em vez disso, são as pequenas coisas que ainda permanecem, adormecidas, até ao momento em que os encontro perdidas numa das inúmeras gavetas da minha memória.

 

Entrei num elevador vazio no outro dia e, enquanto as portas fechavam, era como se ele me estivesse a abraçar outra vez. Roguei pragas e respirei por entre os dentes mas isso não ajudou. Eu podia saborear... Eu podia saboreá-lo. E de repente lembro-me de como ficávamos na cama com o Sol a bater-nos na pele através da janela. Quase nus, dormitando. E eu respirava o seu cheiro enquanto memorizava as linhas dos seus dedos.

 

Comprei uma garrafa de água como já tinha comprado milhões de vezes antes. Mas hoje, neste dia em particular, com o plástico pressionado sobre os meus lábios, lembrei-me. Ele bebia sempre com a boquilha da garrafa entre os lábios. Pressionados firmemente para evitar derramar água, arqueando a língua para evitar engasgar-se. Obsceno. Não intencional. Completamente fascinante.

publicado por Arms às 01:41
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05 de Setembro de 2009

Ele tinha duas almofadas: uma para a cabeça dele, a outra firmemente aconchegada às curvas do seu corpo. Um dia será substituído pelo seu amado mas, até esse dia, era a ferramenta que usava para dominar a arte do aconchego. A manhã, no entanto, revelava a sua derrota: a suave e amachucada amada, afectuosamente afogada em baba.

publicado por Arms às 21:36
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24 de Agosto de 2009

Era uma vez uma senhora que vivia num sapato, porque ela simplesmente não tinha dinheiro para poder pagar uma renda. Há uns meses vanlentes atrás, ela pediu ao cabeça-de-vento do seu filho João que levasse a vaca da família ao mercado e o vendesse. E, em vez de vender a Mimosa no mercado, o idiota trocou-a por uns míseros feijões inúteis.


Bom, já todos conhecemos a história dos feijões e como elas se transformaram num pé-de-feijão gigante, onde o João subiu e conheceu o Gigante... e onde o João roubou o Ganso dos ovos de ouro. Certo?

 

Então, aqui vai o resto da história. Os ovos que o João roubou valeram uma fortuna e fizeram do João e da mãe dele bilionários. Compraram casa, mobília, apareceram na Life magazine, na lista dos 100 mais ricos da Forbes, competindo com o Bill Gates. Infelizmente, o Rei de Copas ouviu falar da sua riqueza (como se ninguém no planeta já não tivesse...) e mandou todos os seus cavalos e todos os seus homens para tentarem um acordo com os bilionários.

 

Encontraram o João e a mãe dele nas corridas de cavalos, colocando as apostas nos cavaleiros sem cabeça e, antes que eles pudessem se aperceber, todos os cavalos do rei e todos os homens do rei levaram-nos de volta ao castelo. O castelo ficava lá em cima nas montanhas e estava rodeada por uma fossa profunda cheia de dragões que cospem fogo.

 

O rei encheu o João e a mãe de comida, bebida e entretenimento durante horas. A festa durou até à meia-noite e, enquanto o relógios dava as doze badaladas, as pessoas partiam deixando um sapato para trás e entrando nas suas carroças de abóbora.

 

Mas o João recusou em aceitar qualquer tipo de acordo com o rei, apesar dos pedidos constantes da mãe receosa. Foram banidos para a sua vila de um cavalo apenas - e agora menos uma vaca - e o rei ficou com o ganso para si mesmo.

 

A mãe do João não conseguiu pagar a renda e o único local onde poderia viver na vila era um sapato abandonado por uma velhota que geria uma casa alternativa cheia de imigrantes ilegais de leste.

 

Da última vez que se ouviu, o João estava a trabalhar para um fabricante de velas como cobaia de testes para ver a durabilidade de velas e a mãe dele estava a limpar casa através da Empresa de Limpezas Cinderela.

 

Moral da história... Não tenham filhos!

publicado por Arms às 08:51
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