25 de Dezembro de 2010

Existem felicidades que achamos que é só nos filmes. Mas a verdade é que sinto uma felicidade extrema que só consigo descrever como sendo de um filme. E é perfeito!!

 

Uma vida cheia.

 

Cheia de amigos e paixões, de risos e lágrimas, de sentimentos intensos e rápidos, muitas situações embaraçosas para rir.

Cheio de cor e alma e calor e cheiros, sabores e vida. Uma vida cheia que partilho com os meus amigos que partilham as suas vidas comigo.

 

Pessoas que me conseguem arrancar sorrisos da cara mesmo quando não estão ao meu lado.

 

Dizem que estas felicidades só existem nos filmes.

Eu cheguei à conclusão que não são só nos filmes!

E isso faz-me sentir como a pessoa mais sortuda do mundo!!

 

Um Feliz Natal a todos. Cá vos espero para o ano... com muito mais vida e cor! ;-)

publicado por Arms às 11:50
12 de Setembro de 2010

You're young until you're not.
You love until you don't.
You laugh until you cry.
You cry until you laugh.
You smile until you frown.

You frown until you smile.

You work until you rest.

You rest until you work.

You live until you die.

 

Why make it harder?

publicado por Arms às 12:37
11 de Setembro de 2010

Quer dizer, parece que agora eu tenho que andar a fazer um esforço o tempo todo para perceber alguma coisa simplesmente porque esta nova geração é acéfala o suficiente para escrever mal em todo o lado. Que burros!

 

Nunca vi uma geração com tanta preguiça mental! É que levam a burrice a níveis irritantes! E depois chamam a minha geração de geração rasca. Foda-se! <-- Repara que uso uma asneira! Gente burra.

 

E depois o chavalo vai e diz-me "Pá! Tu és da geração rasca!".

 

E sou! Com muito orgulho! Não me venhas com essa mania de 'sou todo superior'. Na minha geração escrevíamos como gente e não como macacos! Tínhamos objectivos e metas na vida. Fazíamos manifestações como deve ser e não ajuntamentos. Quando a televisão vinha falar com qualquer -QUALQUER - pessoa da manifestação, essa pessoa sabia porque se manifestava e sabia dar uma opinião sem dizer 'vim para faltar às aulas'. Fazíamos coisas. Lutávamos por elas. Parte dos benefícios que tens agora foi resultado das nossas lutas. Não andávamos por aí com as calças a meio do cú, a andar como bebés de fraldas molhadas com aquele ar de nasci-mas-nem-sei-bem-porquê. As nossas raparigas eram raparigas! Não o resultado de uma produção em série de modelos em escala humana da boneca Barbie em que a única coisa que muda é a cor do cabelo. E elas sabiam vestir-se... não andavam desengonçadas como se fossem cabides para as roupas e não pessoas. Os nossos rapazes eram rapazes! Não a imitação ridícula de um bebé de fralda cheia e molhada a andar pela rua. Epá, chega a ser tão mau que nem tenho comentários. Acham isso realmente sexy? Não é. It's fucking pointless! E éramos inteligentes... comparativamente. Chiça! Até os mais burros escreviam como deve ser.

 

Amigo, digo-te de boca e peito cheios. "Sou geração rasca. E tenho orgulho nisso, Foda-se!"

 

É triste mas, e isto aconteceu-me, houve um puto que teve a lata de dizer que escrevi "Se eu tivesse visto aquilo." mal. Que "tivesse" não se escreve assim mas que se escreve "tive-se". O que é isto? Que regurgitação mental é esta? Será que sabes como escrever regurgitação? Se calhar nem sabes o significado sequer...

 

Não consigo perceber. Não consigo sequer estar calmo com isto porque sou constantemente confrontado com esta diarreia escrita e ter que me esforçar para tentar entender o que um idiota quer dizer com "eu não saiu e não conhesso peçoas". Agora simplesmente escrevo "Aprende a escrever como deve ser. Depois dou mais consideração  tua opinião. Até lá nem me digno a responder.", quando vejo uma opinião de um chavalo que escreve mal. E que ofenda. I don't give a fuck! Learn how to fucking write you lazy ass prick!

 

E acredita que estou a ser muito simpático, porque só me apetece espancá-los na tromba com um Dicionário da Língua Portuguesa, da Porto Editora. A ver se fixam como se escreve "Fui espancado com um Dicionário cor-de-laranja!" quando apresentarem queixa à polícia.

publicado por Arms às 12:18
24 de Agosto de 2010

Já tenho saudades das pérolas da minha mãe. Há muito tempo que ela não lança uma calinada qualquer ou me envergonha em público.

 

Tenho que andar mais atento. Vou passar férias a casa dela... pode ser que traga um colar de pérolas.

publicado por Arms às 11:26
23 de Agosto de 2010

Adoro quando ouço pessoas a usarem esta expressão para significar tudo menos gay. Sim, estou a ser sarcástico.

 

Hoje fui ao Pull n' Bear com um amigo. A dada altura, enquanto via um casaco, diz-me assim do nada: "Não gosto. É tão gay!" Eu, que não consigo ficar sem resposta, contraponho: "Ah! Não sabia. Pensava que era Pull n' Bear!"

 

Não percebo a mania agora de usar "gay" como significado de "não gosto", "estranho", etc. É que não tem nada a haver!

 

No outro dia, no trabalho, uma rapariga queria imprimir uma tela com um golfinho. Vinha acompanhada do irmão. E não é que o jovem, de uma inteligência limitada, sai-se com uma do género "Não imprimes um golfinho. Não sabias que um golfinho é um tubarão gay?" Epá, não me contive. Tive que responder.

 

"Olha, desculpe. Mas essa expresão é tão parvo da tua parte. Só demonstra a tua falta de inteligência. Primeiro, um golfinho nem sequer é um tubarão. Nem sequer pertence ao mesmo grupo que um tubarão. O tubarão é um peixe e o golfinho é um mamífero. Se quisesses ser sarcástico podias dizer que um tubarão branco é um tubarão gay. E depois, o teu golfinho gay venceria o teu tubarão até no seu pior dia. Caso não saibas, os golfinhos conseguem bater nos tubarões com a cauda com uma força que os consegue matar. Deve ser divertido até, ver um golfinho gay a dar cabo de um tubarão machão. Depois, os golfinhos são um dos animais mais inteligentes do planeta. Mais inteligente que tu. Portanto, do teu ponto de vista, o golfinho é gay por ser forte e inteligente... em oposição ao macaco neandertal que és aparentemente." - Tudo isto dito de forma diplomática. Pensei desta forma mas disse de forma educada... e curta. Para que ele percebesse. ;-)

 

Não percebo esta gente que não consegue ou não sabe aplicar termos correctamente.

 

Para que se conste. Gay não é:

 

- estado de espírito;

- marca de roupa;

- sinal de desaprovação;

- comportamento;

- gosto;

- traço psicológico.

 

Epá, eu não ando por aí a dizer "Pá! Isto é tão hetero!" sempre que vejo, como ou ouço algo que gosto. Se bem que até poderia dizer a alguns deste pseudo-heteros-machões "Pá! Não sejas tão hetero!" sempre que me viesse com um comentário parvo. Mas isso seria ofender os heteros inteligentes do planeta. Limito-me a dizer "Ficas tão gay quando dizes 'isto é tão gay'. É que ficas com um movimento na anca e tudo!" sempre que me vêm com expressões destas. É vê-los a dizer logo: "Ó! Ó! Lá estás tu com as tuas respostas parvas!". Não queres respostas parvas, não comportes como um idiota. É o que eu digo!

 

Tecnicamente falando, "não sejas gay", significa "não sejas alegre", já que é o significado original da palavra. O que ainda me baralha mais... O que mais quero é que os meus amigos sejam todos gays, alegremente falando, claro. Não quero que sejam algo que não são. 

publicado por Arms às 22:56
19 de Agosto de 2010

Eis que volta a ser publicado a revista. Neste caso já foi publicado em Julho... mas só o pude comprar hoje.

 

Será muito mau eu dizer que não gostei desta edição da revista?

 

Estive a folhear e, não sei, não tem o mesmo charme que as primeiras edições.


Primeiro, a textura do papel é diferente. As primeiras edições tinha um papel mais agradável ao tacto e com um cheiro característico. Esta edição tem um papel que nota-se perfeitamente que é acetinado. O toque é mais frio, mais distante... mas plástico e comercial. Não tem o mesmo toque intimista que as primeiras edições.

A encadernação das primeiras edições era mais prático, em termos de arrumação, do que esta edição. É verdade que uma revista agrafada tende a durar mais que uma revista de encadernação térmica mas, não sei, era uma característica da revista.

 

A verdade que pesa na minha opinião também se deve aos temas tratados: Poliamor, relações duradouras, etc. Foram tratados assim muito superficialmente, acho eu, numa tentativa talvez de encaixar o máximo número de temas variados para, talvez fazer perdurar a revista. Não digo que os temas não foram mal abordados, apenas que fiquei com a sensação de que faltava sempre algo mais para dizer.

 

Gostei do novo design do editorial e gostei da escrita. Aliás, fico feliz por manter-se o mesmo nível que as edições anteriores.

 

No entanto, noto que há uma tendência para focar temas de um certo tipo... como é que digo isto?... de gay. Vai parecer estranho ou mesmo estereotipado da minha parte, mas fico sempre com a sensação que focam temas mais para as maiorias dentro da comunidade LGBT. Apenas uma sensação e não consigo especificar exactamente. O que posso dizer é que ainda não vi tratar de temas relacionados com os gays mais heteros... a ver se consigo explicar esta... gays que se identificam (em termos de interesses culturais, sociais e comportamentos) mais com os heteros. Se é que exista interesse cultural e social mais hetero e mais homo... Falo dos rapazes que só são gays em termos de orientação sexual. Gays que não frequentam espaços gays; gays que não têm uma certa forma de se vestir (porque, sejamos honestos, maior parte dos gays não tendem a comprar roupa no estilo streetwear ou assim. Geralmente são peças mais sofisticadas); etc. Confesso que pode ser preconceito da minha parte ter a sensação que a revista tende a tratar temas mais estereotipadas mas não posso deixar de pensar nisso.

 

Confesso que tinha outras expectativas em relação a esta edição. Fico à espera para ver como serão as próximas...

publicado por Arms às 21:05
12 de Agosto de 2010

...e ter trinta anos. Ainda não mas, como falta pouco mais que um mês, consideremos a premissa.

 

Problema número 1 - Os preconceitos e os estereótipos.

 

"Ser solteiro aos trinta não é normal. Ou o gajo tem algum problema com compromissos ou tem algum problema a nível emocional ou sexual." É a primeira coisa que as pessoas pensam quando sabem a minha idade e descobrem que sou solteiro. Muita gente acha que, quem é solteiro aos trinta, tem algum problema qualquer. Well, por acaso é verdade. O problema reside no facto das pessoas acharem estas coisas sobre os solteirões. E em mais nada... Bem, pelo menos para mim.

 

Problema número 2 - Preconceito número dois!


"Os solteiros trintões são gays!"

Bom, isso foi antes do casamento gay ser aprovado. Agora simplesmente são solteiros. E mais não digo até porque, well... True, true!

 

Problema número 3 - As pessoas que insistem em achar que precisamos de incentivo.


Há gente que acha que ser solteiro é o mesmo que ter uma doença ou estar com uma depressão e que, tudo o que precisamos para melhorar, é uma espécie de incentivo. Ou então uma leitura d'O Segredo ou uma reza, um encorajamento, sei lá. Vêm com conversas como "um dia arranjas alguém" ou "sabes que há sempre alguém lá fora à tua espera" ou o típico "o que não falta são peixes no mar", como se isso fosse, de alguma forma mágica, fazer com que um solteiro se sinta menos solteiro por uns instantes. Eu compreendo que as intenções são boas e que a ideia é oferecer algum tipo de levantamento de moral e de ânimo, mas, sempre que me dizem este tipo de coisas, soa-me sempre a alguém a declamar algum tipo de sentença do género "dois anos de prisão em alta-segurança, sem visitas, saídas para ar fresco, com escassas probabilidades de reinserção social". E sei que todos os meus amigos querem que eu esteja bem quando me dizem isso mas, para mim, o problema está na diferença entre ouvir estas frases um vez e ouvir estas frases uma vez por cada amigo a cada mês que passa. Tenho momentos em baixo, como todos, em que preferia uma companhia. Tenho momentos altos em que ser solteiro é bestial. Simples. E depois há aqueles amigos prestáveis que dizem sempre "sabes, tenho um amigo que acho que irias gostar. faz mesmo o teu género." e aqueles amigos descarados que dizem sempre "vem comigo que arranjamos já um fulano para ti. Um que te rebente todo." E depois admiram-se de eu raramente os ligar...

 

Problema número 4 - As mães, tias, irmãs, primas, avós, madrinhas, sobrinhas e as suas perguntas.


Bem, eu deveria de reformular o título porque a minha mãe já aprendeu há muito tempo que perguntar-me coisas não adianta. Mas é mais pela ideia do que pelo facto.

 

Um dos grandes problemas de ser solteiro é a típica pergunta que todos os elementos femininos da família fazem em todos os eventos familiares a toda a hora se possível. E todos vocês sabem perfeitamente que pergunta é... "Então, e já tens namorada?" E, para além desta pergunta, existem todas as variantes: "Então, e para quando um casamento?"; "Então, já existe passarinho amarelo na costa?"; "Quando é que arranjas uma namorada?". E, sim, porque ainda há mais, ainda há os variados comentários animadores: "Olha, já está na altura de te casares.", "Devias de arranjar uma namorada. Olha que não caminhas para novo.", "O que te faz falta é uma mulher ao teu lado."

 

O que se faz? Reparem que todos os solteiros agem da mesma forma: desconversa. Seja por responder algo como "a seu tempo" ou simplesmente virar as costas, todos os solteiros evitam perder tempo com respostas longas e elaboradas.

 

Problema número 5 - As conversas de chacha nos bares.

 

Bom. Eu raramente saio e raramente meto os pés em bares. Muito menos bares gays. (E sim. Eu sei que reduz a probabilidade de encontrar alguém mas acredito que, se eu tiver que encontrar alguém com quem me identifique, não será em bares de certeza) Mas, quando vou, não há nada mais chato que as conversas de chacha dos outros. Não consigo achar interessante. Vêm com o "eu chamo-me tal e reparei em ti e tal, achei-te interessante" e depois rematam com o genial "posso conhecer-te?". Tudo bem, alinho durante uns segundos. Epá. Mas depois vêm com conversa da treta. Só apetece responder "espera aí um minuto que vou ali enforcar-me um bocado, ok?". Ninguém tem conversa. São todos aborrecidos. Sinceramente. Já não existem pessoas que tenham cultura? E não falo de moda, tecnologia, actualidades ou os "Morangos com Açúcar" ou o "Achas que Sabes Dançar?". Falo de cultura: filmes, pintura, teatro, música (de jeito), etc. E opiniões. Ui, até me torço todo. Ainda não conheci ninguém que tivesse uma opinião acerca de algum assunto importante. E, por importante, não falo de moda, tecnologia, Morangos, Brittany Spears ou Madonna (com todo o respeito pela senhora). Falo de assuntos menos superficiais. Coisas que demonstram mais profundidade.

 

Enfim, pequenas coisas que fui reparando.

10 de Junho de 2010

Este tempo anda completamente psicadélico. Ora chove, ora faz sol, depois rajadas de vento frio, depois nublado... O São Pedro deve andar sob efeitos de alucinogénicos. Cá por mim, deve andar a fumar umas ganzas (abençoadas, claro!) e a cantar: "This is the age of Aquarius, age of Aquarius!"

 

E o que me irrita mais no meio disto tudo, é que o homem só se lembra de lançar água nos meus dias de folga!

 

P.S. - Numa nota adicional (para os que estão interessados), a cena com o gajo não deu em nada. Como sempre afirmei: homem daqueles já ter par! Enfim.

 

P.S.S. - Numa nota adicional à nota adicional, continuo a afirmar que, depois de tudo por que passei, eu merecia um daqueles. Ou melhor! Enfim... parece que vou ter que esperar mais um bocado. Bolas!

publicado por Arms às 11:20
02 de Novembro de 2009

Minha amiga, eu sei que, do teu ponto de vista, há certas realidades que existem que não consegues entender, especialmente no que toca a sexualidades e a forma como as pessoas as vivem. Tu, sendo heterossexual, e estando a namorar, não te apercebes da enorme liberdade que tens diariamente com o teu namorado. Liberdade essa que tomas como garantida. É que, neste país de democracia, as liberdades só existem para alguns. Deixa-me demonstrar-te as diferenças de realidades. Pode ser que, assim, percebas o quão sortuda és.

 

  • Eu não posso andar de mãos dadas na rua com a pessoa que amo.
  • Eu não posso beijar a pessoa que amo em público.
  • Eu não posso abraçar a pessoa que amo na rua.
  • Eu não posso ter conversas mais carinhosas se estiverem possoas demasiado perto.
  • Quando vou às compras tenho que disfarçar o meu comportamento para que as pessoas não se apercebam que a pessoa que me acompanha não é mais que um amigo.
  • Quando me perguntam se namoro tenho que pensar se devo responder ou não e tenho que pensar no que posso ou não responder.
  • Não posso dar sangue se quero ajudar alguém.
  • Tenho que colocar diariamente uma máscara e disfarçar certas conversas quando estou com amigos.
  • Sou forçado a dizer comentários de pessoas do sexo oposto quando estou rodeados de amigos masculinos de forma a integrar-me para que não suspeitem.
  • Tenho que ter conversas sobre assuntos que não me dispertam curiosidade nenhuma.
  • Tenho que ter um comportamento que não é meu e que, em alguns casos, vai contra os meus valores base apenas para não ser apontado.
  • Não posso visitar a pessoa que amo quando está internado no hospital.
  • Não lhe posso deixar uma herança.
  • Não posso preencher o IRS em conjunto com a pessoa que amo nem tenho acesso aos empréstimos dados a casais.

Mas, o mais importante de todos:

 

  • Sou forçado a negar e encobrir diariamente quase tudo aquilo que me define como pessoa e sou forçado a negar e a encobrir o facto de que amo alguém e a negar essa pessoa.

Tudo isto são coisas que não percebes que me estás a negar sempre que dizes que "não percebes porque quero o acesso ao casamento civil se tenho a união de facto". E, sempre que dizes isso, estás a dizer que o facto de eu amar não tem validade nem igualdade em relação a ti.

 

E, de certeza que existem mais algumas coisas onde a tua liberdade é diferente da minha.

 

E depois dizes-me que és totalmente a favor de igualdade de direitos.

 

Não achas que estás a ser um pouco contraditória? Pensa nisso. ;)

publicado por Arms às 20:34
15 de Julho de 2009

Uma pessoa escreve ou diz algo em que pensou e o pessoal pensa logo que anda com problemas graves. Epá!

publicado por Arms às 22:09
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